A Apple pode estar prestes a dar o maior salto na história do iPhone. Pelo menos é isso que indica Mark Gurman, uma das fontes mais fiáveis quando falamos de tudo o que envolve a marca.
Segundo o jornalista, o primeiro iPhone dobrável não será apenas mais um modelo diferente. Será, nas suas palavras, “a maior mudança de sempre” no produto.
E olhando para o histórico da Apple, isso diz muito.
Não é só mais um iPhone… é uma nova categoria
Ao longo dos anos, tivemos momentos marcantes como o iPhone 4, o iPhone 6 ou o iPhone X. Cada um trouxe mudanças importantes, seja no design, tamanho ou funcionalidades.
Mas desta vez, a proposta é diferente.
Estamos a falar de um dispositivo que muda completamente a forma como usamos um iPhone. Um modelo que se abre como um livro, à semelhança do Samsung Galaxy Z Fold7, transformando-se num pequeno tablet.

Um ecrã grande… com foco na produtividade
Os rumores apontam para um ecrã interno de 7.7 polegadas, acompanhado por um ecrã externo de 5.3 polegadas. Ou seja, um formato híbrido que permite usar o equipamento como smartphone no dia a dia e como tablet quando aberto.
Mais importante ainda, o software deverá acompanhar essa mudança.
O iOS 27 está a ser preparado para tirar partido deste formato, com multitarefa real, aplicações lado a lado e uma experiência mais próxima do iPad.
Aqui, a Apple pode fazer aquilo que muitas marcas ainda não conseguiram. Tornar um dobrável verdadeiramente útil.
O eterno problema do vinco… mas com melhorias
Um dos maiores desafios dos smartphones dobráveis continua a ser o vinco no ecrã. A Apple, ao que tudo indica, não vai eliminá-lo completamente.
Mas quer torná-lo menos visível.
Os rumores indicam que a empresa está a trabalhar numa solução que reduz significativamente o vinco, tornando-o praticamente impercetível no uso diário. Não é perfeito, mas pode ser suficiente para elevar a experiência.
Face ID pode ficar de fora
Curiosamente, este iPhone dobrável pode não trazer Face ID. Em vez disso, a Apple poderá apostar num sensor de impressão digital integrado no botão lateral.
Uma decisão que pode parecer estranha à primeira vista, mas que pode fazer sentido tendo em conta as limitações de espaço e o design interno de um dispositivo dobrável.

Preço… e não vai ser para todos
Se há algo que não surpreende, é o preço.
Os rumores apontam para um valor inicial acima dos 1999 dólares, o que na Europa deverá traduzir-se facilmente em mais de 2000€. Ou seja, claramente um produto premium e de nicho, pelo menos numa fase inicial.
Lançamento pode não ser imediato
Apesar de poder ser apresentado já em setembro, juntamente com os novos iPhones topo de gama, o lançamento pode acontecer mais tarde.
Algo que não seria inédito. A Apple já fez isso antes com outros produtos, apresentando primeiro e lançando semanas depois.
A Apple pode redefinir o segmento
O mercado dos dobráveis já existe há vários anos, mas ainda não é propriamente mainstream. Muito disso deve-se a compromissos no design, software ou durabilidade.
É precisamente aqui que a Apple pode fazer a diferença.
Se conseguir juntar hardware sólido com um software bem otimizado, pode transformar os dobráveis numa categoria muito mais relevante.
Não é o primeiro… mas pode ser o mais importante
A Apple não será a primeira a lançar um dobrável. Isso já aconteceu com várias marcas, incluindo a Samsung.
Mas isso nunca foi o problema da Apple.
A marca raramente chega primeiro. O objetivo é chegar melhor.
Pode ser o início de uma nova fase
Se este iPhone dobrável cumprir o que promete, pode marcar o início de uma nova era para o iPhone. Não apenas uma evolução, mas uma mudança real na forma como usamos o dispositivo.
E honestamente, já fazia falta.
Depois de anos de pequenas melhorias, talvez esteja na altura de algo… verdadeiramente diferente.



