
iPhone 18 Pro passa nos testes de resistência sem dobrar
O iPhone 18 Pro e 18 Pro Max foram submetidos aos testes do JerryRigEverything. Veja como resistiram a riscos, fogo e flexão.
A nova geração de smartphones topo de gama da Apple já chegou ao mercado e, como acontece praticamente todos os anos, chegou também o momento de perceber até onde consegue ir a resistência do equipamento. Desta vez, o iPhone 18 Pro e o iPhone 18 Pro Max foram submetidos aos conhecidos testes de resistência de Zack Nelson, do canal JerryRigEverything.
Os testes incluem riscos no ecrã, tentativas de danificar a estrutura, exposição directa a chama e, finalmente, o famoso teste de flexão. Apesar de alguns danos superficiais, os dois modelos conseguiram terminar o teste sem falhas estruturais.
Ecrã começa a apresentar riscos no nível 7
O primeiro teste incidiu sobre o vidro de protecção do ecrã. Tanto o iPhone 18 Pro como o iPhone 18 Pro Max utilizam a mesma solução de protecção, pelo que os resultados foram semelhantes nos dois equipamentos.
Os primeiros riscos visíveis surgiram quando Zack utilizou uma ferramenta de nível 7. A partir do nível 8, começaram a aparecer sulcos mais profundos na superfície.
O resultado não é particularmente surpreendente, uma vez que os testes de dureza utilizados pelo JerryRigEverything são precisamente concebidos para perceber em que ponto diferentes materiais começam a apresentar marcas permanentes.
Ainda assim, é importante distinguir riscos superficiais de danos no funcionamento. Durante o teste, os ecrãs continuaram a funcionar normalmente.

Estrutura metálica resiste aos riscos
O teste passou depois para a estrutura dos smartphones e para os botões.
A utilização da lâmina permitiu confirmar que a estrutura e os botões são fabricados em metal, embora isso também signifique que ficam expostos a riscos quando sujeitos directamente a este tipo de ferramenta.
Os botões estão integrados na estrutura e não saem facilmente durante as tentativas de remoção.
Na parte superior existe ainda uma zona em plástico associada à antena 5G. Esta escolha não significa necessariamente uma fragilidade: materiais não metálicos são utilizados em determinadas zonas dos smartphones para permitir a passagem adequada dos sinais de rádio.
Câmaras não saem facilmente
As câmaras traseiras também foram alvo de atenção.
Zack tentou remover as lentes e os elementos que protegem os sensores utilizando uma lâmina, mas os componentes permaneceram no lugar. A construção mostrou-se suficientemente resistente para impedir que as lentes fossem simplesmente destacadas durante o teste.
Outro detalhe interessante está na área que rodeia o módulo de câmaras. Esta zona é fabricada em plástico, uma opção que está relacionada com questões de conectividade e recepção de sinal.
Durante o teste, várias das marcas provocadas na superfície puderam ser removidas ou atenuadas. No entanto, os riscos mais profundos permaneceram, como seria de esperar.

O ecrã sobrevive à chama
Chegou depois um dos testes mais curiosos do vídeo: a exposição directa do ecrã a uma chama.
Zack manteve a chama directamente sobre o painel durante cerca de 25 segundos. Apesar da temperatura extrema, o ecrã conseguiu resistir sem apresentar danos permanentes significativos.
É importante, no entanto, não retirar demasiadas conclusões deste teste. A exposição directa a uma chama durante alguns segundos não representa uma situação normal de utilização e, por isso, tem sobretudo interesse enquanto demonstração da resistência do painel.
iPhone 18 Pro não cede ao teste de flexão
O teste que normalmente gera mais expectativa é o de flexão.
Aqui, tanto o iPhone 18 Pro como o iPhone 18 Pro Max tiveram um desempenho particularmente sólido. Zack aplicou uma quantidade considerável de força na tentativa de dobrar os equipamentos, mas nenhum dos dois modelos apresentou uma deformação estrutural significativa.
Mais importante ainda, não houve uma quebra da estrutura nem alterações visíveis que comprometessem a integridade dos smartphones.
Depois de alguns episódios envolvendo smartphones que não resistiram da melhor forma a este teste, a capacidade de um equipamento topo de gama permanecer praticamente intacto quando sujeito a esta pressão continua a ser um aspecto relevante.
Resistência continua a ser uma aposta da Apple
Os testes do JerryRigEverything não representam uma avaliação científica completa da durabilidade de um smartphone. São testes extremos e realizados em condições que dificilmente correspondem à utilização normal.
Ainda assim, permitem perceber como diferentes materiais e componentes reagem quando são sujeitos a riscos, calor e força física.
No caso dos iPhone 18 Pro e iPhone 18 Pro Max, o resultado é claro: os dois equipamentos sofreram riscos quando foram deliberadamente atacados com ferramentas próprias para esse efeito, mas a estrutura manteve-se sólida e nenhum dos modelos cedeu no teste de flexão.
Para quem está preocupado com a resistência física dos novos iPhone, os primeiros testes deixam uma indicação interessante. A Apple parece ter conseguido construir dois equipamentos capazes de suportar bastante abuso físico antes de apresentarem problemas estruturais.



