A Xiaomi ainda nem aqueceu o tema… e a nova smartband já apareceu online. A Xiaomi Smart Band 10 Pro foi listada numa loja brasileira antes de qualquer anúncio oficial, algo que normalmente significa uma coisa: o lançamento está mesmo perto.
E sim, há novidades. Mas sem grandes revoluções.
Design mantém identidade, mas há um detalhe importante
A listagem revela três cores iniciais: preto, prateado e rosa, mantendo aquela linguagem visual que já conhecemos da linha Smart Band. Nada de surpresas aqui, e honestamente, também não eram necessárias.
Mas há um pormenor que chama mais a atenção.
Leaks anteriores apontam para uma versão em cerâmica branca, além de opções como branco e laranja. Se se confirmar, esta variante pode ser a mais interessante da gama, especialmente para quem procura algo mais premium. Ainda assim, é provável que algumas destas versões fiquem limitadas ao mercado chinês.

Pequenas melhorias onde interessa
Nas especificações, a abordagem é clara: evolução, não revolução. O ecrã AMOLED de 1.74” deve manter-se, o que significa uma experiência muito semelhante à da geração anterior.
Mas há um pequeno upgrade na bateria.
Os 380mAh prometem até 25 dias de autonomia, ligeiramente acima dos cerca de 21 dias da Xiaomi Smart Band 9 Pro. Não muda tudo, mas no uso diário pode ser a diferença entre carregar menos uma vez por semana.
E isso conta.

A versão em cerâmica pode mudar tudo
Este é, sem dúvida, o ponto mais curioso deste leak.
A versão standard deverá continuar leve, abaixo dos 40g. Já a variante em cerâmica pode ultrapassar os 50g, o que representa uma diferença considerável para um dispositivo deste tipo.
É outro tipo de sensação no pulso.
Mais premium, mais sólido… mas também menos discreto. Para alguns, isso pode ser exatamente o que faltava. Para outros, pode ser um passo atrás face à leveza que sempre definiu esta gama.

Preço ainda é uma incógnita
A listagem no Brasil aponta para valores entre 734 e 849 reais, o que dá qualquer coisa como 135€ a 155€. E aqui é impossível não levantar uma sobrancelha.
É caro para o segmento.
Ainda assim, há indicações de que o preço global pode ficar mais próximo dos 100€, o que encaixa melhor na estratégia habitual da Xiaomi. É provável que os valores iniciais estejam inflacionados por taxas ou conversões locais.
Lançamento está mesmo ao virar da esquina
Outro detalhe que reforça tudo isto é a certificação já registada na Coreia do Sul no início do ano. Ou seja, o produto está pronto há algum tempo.
Agora começa a aparecer em lojas.
E isso, normalmente, só acontece quando o anúncio está mesmo por dias. Se tudo correr como esperado, a Xiaomi pode ter aqui mais um sucesso nas mãos, com um toque ligeiramente mais premium do que o habitual.
Sem reinventar a roda. Mas a refinar bem a fórmula.




