O primeiro smartphone dobrável da Apple continua a dar que falar. Um novo rumor indica que o alegado iPhone Ultra poderá oferecer um dos ecrãs com o vinco menos visível da indústria, aproximando-se da experiência proporcionada pelo Oppo Find N6, considerado um dos dobráveis com o ecrã mais plano do mercado.
Além disso, surgem novos detalhes sobre o sistema de dobradiça que a Apple estará a testar e que poderá ser decisivo para o resultado final do equipamento.
Apple procura eliminar o vinco do ecrã
A informação foi avançada pelo leaker Fixed Focus Digital, que afirma que o iPhone Ultra terá um dos vincos menos percetíveis entre todos os smartphones dobráveis atualmente disponíveis.
Segundo a mesma fonte, a Apple continua a trabalhar em diferentes soluções para a dobradiça, procurando garantir uma experiência visual o mais próxima possível de um ecrã tradicional.
O objetivo passa por reduzir ao mínimo a marca deixada pela dobra, um dos aspetos mais criticados neste tipo de equipamentos desde o aparecimento dos primeiros modelos.

Oppo Find N6 poderá servir de referência
O rumor compara diretamente o futuro iPhone Ultra com o Oppo Find N6, lançado no início deste ano.
O dobrável da Oppo destaca-se pelo seu ecrã praticamente plano quando aberto, graças à utilização de uma dobradiça Titanium Flexion de segunda geração, fabricada através de tecnologia de impressão 3D.
Este processo permite identificar pequenas imperfeições na estrutura através de laser e preenchê-las com materiais especiais, contribuindo para reduzir o vinco visível no painel.
Além disso, o Oppo Find N6 utiliza uma dobradiça em liga de titânio e um vidro flexível desenvolvido para aumentar a durabilidade do ecrã, tendo recebido certificação para suportar até 600 mil dobragens.
Apple testa duas tecnologias para a dobradiça
Segundo o leaker, a Apple está atualmente a avaliar duas soluções diferentes para a dobradiça do iPhone Ultra.
A primeira passa pela utilização de metal líquido, um material conhecido pela elevada elasticidade, resistência ao desgaste e capacidade de recuperar a forma original após sucessivas dobragens.
Ao contrário das ligas metálicas tradicionais, o metal líquido possui uma estrutura amorfa, semelhante à do vidro, oferecendo uma combinação interessante entre robustez e flexibilidade.
A segunda hipótese envolve uma tecnologia de impressão 3D, semelhante à utilizada pela Oppo.
Esta solução poderá ser mais simples de produzir em grande escala e reduzir os custos de fabrico, algo importante para um dispositivo que deverá ter um preço bastante elevado.
A decisão poderá ser tomada ainda este mês
De acordo com a mesma fonte, a Apple deverá decidir qual das duas tecnologias será utilizada até ao final de julho.
A escolha dependerá, em grande parte, da capacidade da empresa para garantir o fornecimento de componentes e controlar os custos de produção.
Rumores anteriores indicavam que a Apple poderia optar inicialmente por uma produção limitada devido à escassez de memória e ao aumento do custo de vários componentes. Caso consiga negociar melhores condições com os fornecedores, poderá aumentar o volume de produção e optar pela solução baseada em impressão 3D.

Preço deverá ultrapassar os 2.300 dólares
Embora a Apple ainda não tenha confirmado oficialmente o equipamento, os rumores continuam a apontar para um posicionamento bastante premium.
As informações mais recentes sugerem que o iPhone Ultra poderá chegar ao mercado com um preço entre 2.299 e 2.399 dólares, praticamente o dobro do valor esperado para o futuro iPhone 17 Pro Max.
Se estes valores se confirmarem, o primeiro dobrável da Apple será um dos smartphones mais caros alguma vez lançados pela empresa.
A apresentação continua envolta em dúvidas
Embora alguns rumores continuem a apontar para um lançamento em 2027, informações mais recentes provenientes da cadeia de fornecimento indicam que a Apple pretende apresentar o iPhone Ultra já em setembro de 2026, ao lado da série iPhone 18. Até existir uma confirmação oficial, a data de lançamento continua a ser uma incógnita.




