Nothing confirma despedimentos mas nega saída de mercados

A Nothing admite reorganização e corte de pessoal, mas o cofundador da marca contesta relatório que apontava para saída de 12 mercados e redução de 40% da força de trabalho.

A Nothing admite reorganização e corte de pessoal, mas o cofundador da marca contesta relatório que apontava para saída de 12 mercados e redução de 40% da força de trabalho.
A Google admitiu oficialmente que os preços da família Pixel vão aumentar devido à crise de componentes. O anúncio chega antes do evento de agosto, mas a marca deixa pistas sobre como minimizar o impacto.

A Apple prepara o primeiro portátil de topo com ecrã táctil e OLED, segundo rumores vindos de Mark Gurman e Ming-Chi Kuo. O MacBook Ultra pode estrear uma nova gama acima do Pro, mas a escassez de chips pode atrasar o lançamento.

A Apple procura autorização para usar memória de fabricantes chineses em produtos vendidos fora dos EUA, mas a Micron trava o plano junto da administração Trump. O impasse coloca em risco o futuro da produção americana de semicondutores.

A Apple já prepara a segunda geração do MacBook Neo com chip A19 Pro, mais memória RAM e melhorias significativas de desempenho. Lançamento previsto para 2027.

A Samsung limita drasticamente as tentativas de desbloqueio no One UI 9. Após 13 falhas, o telemóvel fica bloqueado e só recupera com reset de fábrica.

A Honor prepara o lançamento do Magic 9 com quatro mudanças que nunca tinha implementado antes na série, incluindo design renovado, ecrã traseiro destacável e câmara frontal quadrada.

Ao contrário do modelo do ano passado, o Xiaomi 18 Pro deverá ter lançamento global, incluindo mercados europeus. Rumor aponta especificações ambiciosas, com câmara de 200 MP e bateria de 7000 mAh.

Estudo com telemetria de mais de mil dispositivos ao longo de um ano revela que o Apple TV regista 99% de uptime, contra 96% dos equipamentos Android – uma diferença que se traduz em menos intervenções de IT e custos de substituição muito inferiores.

O presidente dos EUA promete retaliar contra as sanções europeias a gigantes tecnológicas americanas, incluindo uma multa de 890 milhões à Google e 13 mil milhões à Apple.